O princípio…

Razão deste Site 

Qual a razão que me levou a montar este site e começar a escrever sobre a Ciência da Felicidade?
É uma história muito longa e, certamente, tem raízes nas minhas vidas passadas.
Desde jovem, fui uma pessoa muito interessada nos fenômenos espirituais. Minha avó era médium. Hoje, ela já se encontra no mundo espiritual. Lembro-me dela como se fosse ontem.
Devo-lhe muito por sua humildade e seus ensinamentos, pois seu jeito simples de ser e sua bondade plantaram raízes firmes em meu coração. Minha mãe foi outra responsável pelo meu profundo conhecimento espiritual. Ela era católica de carteirinha e cuidava para que desde pequenino fossemos conduzidos para os caminhos da religião. Na época de minha infância moravamos vizinhos de uma família de japoneses, onde eu ia sempre brincar com os filhos deles. Sentia que eu adorava o contato com a cultura oriental. 
Eu não gostava muito de ir à igreja, mas ao mesmo tempo, quando ia, ficava vislumbrado com aquelas imagens de santos, pensando como que teria sido a vida daqueles seres humanos. Será que eram como nós? Olhava-os sonhando como poderia ser o mundo celestial.
Tinha muitas dúvidas e isso aguçava o meu interesse por esses assuntos. Logo cedo, com cerca de nove anos de idade, me tornei coroinha da igreja paroquial perto de onde eu morava. Como tal, minha função era ajudar aos padres daquela igreja nos ofícios da missa. Por muitos e muitos anos, ouvi sermões e mais sermões, dos mais diversos pregadores. Algum dos pregadores tinham o dom da palavra, eram verdadeiros mestres espirituais, enquanto que outros vazios e sem conteúdo. Ouvi milhares de vezes e repetidamente os textos da Bíblia, velho e novo testamento. Tais palavras foram encravando em minha mente e moldando o meu coração. Desde então, me tornei participante das atividades da comunidade cristã. Participava de reuniões de jovens, grupos de discussão da bíblia, cursos, seminários, procissões, etc.
Não lembro ao certo, mas por volta dos 10 anos de idade comecei a gostar de freqüentar a casa de minha avó (a médium). Ela era doceira e certamente esse era o motivo principal (risos), acho, pelo qual eu gostava de estar lá. Na verdade, minha avó tinha um carinho especial por mim, desde pequeno, dizendo-me que eu era guiado e protegido por seres espirituais poderosos. Participei de muitas sessões espíritas e, vendo a minha avó, despertou-me o interesse em querer curar as pessoas, em querer transmitir a verdade para as pessoas. Os anos se passaram e, na minha juventude, tive contato com muitos pensamentos religiosos, tais como Testemunha de Jeová, Protestantismo, Budismo e Espiritismo. Mas nada me fixava, porque sentia que existia uma lacuna naqueles ensinamentos e não me completavam verdadeiramente.
Posteriormente, comecei a ler muitos livros do pensamento iluminador e espiritualistas, tais como de Edgar Cayce, Murphy, Chico Xavier, Gasparetto, entre outros. Foi quando comecei a me interessar pelos mistérios do passado. Li os livros do Eric Von Daniken, Eram os Deuses Astronautas? Quem não Leu? Li muitos livros sobre a Atlântida, Continente Perdido de MU, Egito, o Universo, etc.

Gosto pela Cultura Japonesa 

Paralelamente, a minha vida em relação à cultura oriental era muito ativa. Gostava de estar com amigos japoneses. Participava de atividades com eles e comecei a treinar Karatê. Treinei muitos anos, apanhei um bocado. Bati algumas vezes. Mas eu era muito orgulhoso e queria mostrar que eu era bom e melhor que outros. Dizia que era faixa preta, mas na verdade não passava de um mero faixa vermelha, com um pouco de experiência. Esse era o mal, querer mostrar mais do que era (risos). Eu estava mais para faixa rouxa, de tanto apanhar (risos).

Pensamento da Nova Era 

O Pensamento Esotérico dominava a minha tendência de busca incansável. Conhecimentos Gnósticos me fascinavam. Eu procurava algo mais, não sabia o que. Já com cerca de 20 anos de idade, tive contato com a Seicho-no-Ie. A Seicho-no-Ie é um ensinamento maravilhoso trazido a este mundo pelo Mestre Massaharu Taniguchi, que pertence à 8a. dimensão celestial, dimensão onde vivem os bosatsu (iluminados). O seu pensamento é iluminador. Estudei e tentei praticar os ensinamentos por mais de 20 anos consecutivos. Nesse período não me restringi a isso. Continuei minha busca, pois gostava muito de pesquisar sobre o mundo espiritual. Li vários livros de Alan Kardec, Livros de Vidas de Santos, romances sobre a Vida de Jesus, etc., etc. Apesar de ter um interesse muito profundo sobre os pensamentos de Sócrates, Aristóteles, Platão, etc., nunca consegui prosseguir muito na leitura desses pensadores. O motivo era que eu enjoava rápido do blá, blá filosófico e acabava caindo no sono. Eu gostava mesmo era de uma boa dose de ocultismo ou ficção. O mundo dos sonhos que estavam em minha mente, provavelmente resultante de reminiscências passadas. Li muitos livros que aguçaram a minha imaginação sobre a vida no Universo, o poder do pensamento, as nossas origens espirituais, plantas medicinais, curas e milagres. Enfim, esse misterioso Universo que Deus nos proporciona e a nossa pequeneza me intrigavam.
Pratiquei Yoga e participei como discípulo da Self Realization Fellowship, do Mestre Paramahansa Yogananda. Estudei no intuito de obter a iluminação. Pratiquei a visualização do Terceiro Olho, ensinado através da Kriya Yoga, mas não consegui evolução eficiente. Esse estudo me influenciou e por isso li muitos livros de Yoga, ensinando sobre o panteísmo Hindu, histórias de Krishna (uma das reencarnações de Jesus Cristo), Vishnu, Brahma, ensinamentos Vedas, etc.
Gosto da Yoga, apesar de não praticar mais assiduamente como antes, recorrendo a ela somente em momentos de estresse e cansaço corporal excessivo. Participei do círculo fechado da Irmandade Rosa Cruz, onde tive contato com profundos ensinamentos esotéricos e gnósticos. Estudei e pratiquei o ensinamentos da Fraternidade Branca, onde são aprofundados os ensinamentos dos decretos para ascensão espiritual, usando o poder da palavra combinada com o mantra I AM. Estudei sobre os Mestres Ascensos, Arcanjos e Anjos, encontrando muita espiritualide nos profundos ensinamentos sobre o poder espiritual da Presença Divina em nosso Interior. Aprendi a usar mantras poderosos para a manifestação da luz e purificação do ambiente em vivemos. 
Simultaneamente, minha vida oriental continuava. Casei-me com uma descente de japoneses, com a qual tive dois lindos filhos. Uma menina linda, hoje com cerca de 30 anos e um menino maravilhoso, atualmente com  23 anos. No avanço do estudo espiritual, comecei a me aprofundar nos ensinamentos da Irmandade Branca, através dos  quais os Mestres Ascensos orientam e ensinam aos discípulos da Luz a respeito da  transcendência espiritual e evolução em rumo ao Pai Universal. Estudei profundamente o Livro, Um Curso de Milagres, os ensinamentos dos Mestres Ascensos, Mensagens de Maria para a sua família e muitos outros temas voltados para a espiritualidade.

Nós somos um com Deus (com Buda) 

Descobri a Presença Divina em nosso interior. A Presença Eu Sou. Conhecido também como Cristo Interno. Na verdade, o Coração Espiritual que nos Liga ao Pai Criador. Nas minhas meditações sentia dificuldade em me aprofundar e me desprender do mundo material. Estudei os mantras de vibração espiritual para ascensão, com os quais muitas coisas melhoraram a minha vida. Fui profundo pesquisador dos Ensinamentos das Irmandades de Luz.

Guiado pelos Anjos…

Sempre tive contato com os ensinamentos a respeito de Anjos, com os quais me identifiquei e devo muito pela condução de meu dia a dia. Esse Anjos, na verdade, nossos espíritos protetores e orientadores muitas vezes de nível evolutório semelhante ao nosso. São verdadeiros irmãos incansáveis. Pena que perdemos a capacidade de ouví-los com facilidade.
Foi daí que, não me lembro exatamente a data, mas há cerca de 10 anos atrás, mais ou menos, como sempre fazia, me dirigi à livraria para compra de livros iluminadores. Chegando em frente da estante de livros, diante de centenas de livros a respeito do pensamento iluminador. Mas qual escolher? Sempre acreditei meu espírito guia me orientava para que eu adquirisse exatamente o livro que precisava ler. Incrivelmente, os ensinamentos se encaixavam numa seqüencia fantástica e inexplicável.
Nesse dia, diante de centenas de livros, dentre os quais uma boa parte eu já tinha lido, fechei meus olhos e pedi ao meu guia espiritual. Pedi a Deus que me orientasse para que o livro que eu escolhesse fosse aquele que me conduziria para a verdade.

O primeiro encontro…

Assim, ainda de olhos semi-cerrados, passei a mão sobre a lombada dos livros enfileirados na estante, como que querendo sentir alguma vibração ou uma quentura que fizesse que meus sentidos físicos captassem qual dos livros deveria escolher. Não senti o que esperava sentir, mas minha mão parou sobre um livro e puxei-o. O nome era “As Leis do Sol”. O Autor, Ryuho Okawa.  Levei-o para casa. Comecei a lê-lo e não consegui parar mais. Parece que tudo que estava ali achava correspondência em minha mente e meu coração. Varei a noite lendo. A partir de então, esse livro passou a ficar do lado de minha cabeceira na cama. Li as suas partes, diversas e diversas vezes. Mas, no Brasil, seria difícil eu ter contato com tal ensinamento, naquela época. O tempo passou, continuei outras leituras e posteriormente, com muita alegria encontrei mais um livro do mesmo autor, Mestre Ryuho Okawa. O nome desta vez era as “Leis Douradas”. Devorei o livro novamente. Passado um ano ou mais, encontrei outro Livro, “As Leis da Eternidade”. Os ensinamentos do Mestre Okawa se encaixavam dentro de tudo que eu havia estudado até então, completando muitas lacunas não explicadas no passado. Mas, quem me dera eu poder ter contato com tal filosofia de fato. Bem, o Universo trama em nossa favor! Alguém já deve ter ouvido essa frase.

Meu trabalho… 

Eu era funcionário do Banco do Brasil, trabalhava na Diretoria Internacional, em São Paulo, no maior centro financeiro da América Latina, a Avenida Paulista. Nesse local, eu tinha acesso a tudo que era de mais moderno e as mais atualizadas informações. Meu trabalho era com computadores. Era analista que tinha como parte do trabalho desenvolver sistemas focados em solucionar problemas financeiros e de gerenciamento de carteiras de operações. Enquanto isso, eu adorava artes marciais. 

O enigma do Japão… 

Algo me fascinava em especial em relação ao Japão. Isso fez com que eu abandonasse o karatê e me tornasse um praticante de Kendo (A arte da esgrima japonesa). Samurai. Acho que no passado devo ter sido um samurai. Pratiquei Kendo por mais de 15 anos consecutivos e me identificava com a filosofia. Fui campeão de um ou outro campeonato regional e de pequena escala, quando jovem, outras vezes fiquei em 2o. ou 3o.lugar. Adorava treinar Kendo, pois extravasava o estresse acumulado no meu trabalho no banco. No Kendo, uma palavra me estimulava o pensamento. Fudoshin, que significa Mente Inabalável. Qual não foi minha surpresa, recentemente, quando descobri que o Mestre Okawa tinha um libro chamado Fudoshin.No Kendo aprendi muito a praticar o FUDOSHIN. Manter a mente tranquila, inabalável, mas sem perder sintonia com o mundo à sua volta. No Kendo é preciso ter mente inabalável, de forma a não temer o adversário à sua frente, por mais poderoso e amendontrador que ele possa parecer. No Fudoshin você aprende a se tornar um com aquele que está a sua frente e movimentar-se de acordo com o movimento dele, sem pensar, naturalmente. Afinal, somos interligados pelo Ki, a Energia Divina que flui em nós. 

Missão no exterior…

Enquanto isso, num concurso interno no meu trabalho no banco, fui aprovado, após árduas etapas, para fazer um estágio nos Estados Unidos, New York, juntamente com outros amigos. Após o retorno, o destino me aprontou. Tendo sido aprovado para um estágio no exterior, foi feito um sorteio e adivinha para onde fui designado? Fui designado para fazer estágio em Tokyo, no Japão. Meu Deus! Isso era mais que um Sonho. Era um presente dos Céus. Junto com esse estágio, recebi outro presente. O meu estágio foi na mesma época da Copa do Mundo 2002, em que o Brasil estava jogando no Japão e tornou-se Penta Campeão Mundial. Uau!. Isso é que é sorte!. Achava. Eu falava o inglês fluentemente, mas nos meus contatos com os Nikkeis estudei por mais de 15 anos a Língua Japonesa. Assim, arranhava um japonês e dava para se virar sozinho. Durante o estágio no Japão realizei meus sonhos e viajei por vários locais e visitei vários templos famosos. Pratiquei meu japonês e percebi quem na verdade, eu não sabia nada dessa língua. Na realidade precisava aprender muito mais. Gostei muito do Japão. Fiquei muito fascinado e muito agradecido com o andamento do meu destino que me levou lá.. Era como se eu já tivesse passado por ali em algum outro tempo. Não me sentia num país estrangeiro. Meu espírito parecia conhecer muito bem esse País. Bem, um mês depois acabou o estágio e voltei ao Brasil.

Perdendo oportunidades…turbulências 

Acabei, nessa euforia toda, me esquecendo de procurar pela Koufuku no Kagaku, a Ciência da Felicidade, onde o Mestre Ryuho Okawa ministrava os ensinamentos maravilhosos. Alguns meses depois, outra surpresa, fui nomeado para ser Gerente-Adjunto na Agência de Tokyo, Japão. Vim morar no Japão! Esse era definitivamente a realização de meus sonhos. Mas, infelizmente, esse foi o começo da minhas dificuldades familiares. Não consegui convencer a minha ex-esposa para vir definitivamente ao Japão comigo. Quando ela veio, ficou muito pouco tempo e teve muitas dificuldades em se adaptar. Tivemos muitas dificuldades e nossas divergências se afloraram. As coisas começaram a ficar difíceis. Financeiramente esta tudo perfeito, mas familiarmente tudo desiquilibrado. Fiquei 2 anos e meio em Tóquio. Foram muitas as aventuras pelo Japão afora. Mas, novamente, ainda não tinha procurado o Mestre Okawa. Aí dois desastres. Meu relacionamento com minha ex-esposa tinha ido por água abaixo, pois o distanciamento me fez sentir muito só. Eu sentia falta daquela que pudesse estar do meu lado me apoiando. Eu era um tanto egoísta. No BB em Tóquio  entrou a Auditoria do FSA japonês, instituição equivalente ao Banco Central, para avaliar as atividades e procedimentos da Agências sob o aspecto da Lei Japonesa. Naquela época, eu estava com um ano e sete meses como Administrador Adjunto daquela agência e para nossa surpresa, o FSA encontrou inúmeros problemas. O BB, há 30 anos no Japão, não estava em compliance com algumas da Leis Japonesas. E nós Administradores fomos punidos por tal problema. Respondemos por todos outors administradores que por lá passaram e fizeram o que bem entenderam. Pagamos o “Pato”. Nessa época, de acordo com caso semelhante que tinha ocorrido com o CitiBank no Japão, onde os CEOs foram parar no olho da rua, o BB, para mostrar força perante aquela autoridade, resolveu colocar a cabeça dos administradores a prêmio. Começaram a procurar pêlo em ovo. Mas não era bem a nossa cabeça que o FSA queria. Eles queriam que fosse encontrado o responsável por tudo aquilo, evidente em várias reuniões em que participei com eles. Foi aí que percebi que nos 28 anos em que dediquei àquela instituição, aqueles quem eu pensava serem meus amigos, não tinham amizade verdadeira. Nessa hora difícil sumiram como fumaça. Senti na pele o que é falta de caráter de algumas pessoas. Um querendo pisar no outro e quase me deixei envolver com esse turbilhão de falsidade. Mas eu, praticante das Seicho-No-Ie me questionava por que não era possível que pudesse haver maldade no coração daqueles a quem eu tinha em alta estima. Como poderia um auditor falar mal de alguém sem provas? Só acusações baseadas em conjecturas. Muitos auditores sentem-se como justiceiros e juízes, cometendo erros pelos quais responderão algum dia.

O início do novo aprendizado….

Foi um momento difícil e aprendi claramente a lição de que nunca devo fazer com os meus semelhantes o que não quero que façam comigo. Pois nós somos um só e estamos interligados pela Vida Divina numa rede de luz infinita. O que faço de bom para os outros retorna a mim em dobro. O que faço de mal para os outros, retorna a mim em dobro. Essa é Lei do Carma, que nos dá a chance de recuperar pelos erros cometidos. Moral da história, diante dessa maldade imperativa fui destituído do cargo e voltei ao Brasil. Após sete meses respondendo um processo administrativo interno, como se eu fosse o causador de tudo, me mandaram embora “SEM JUSTA CAUSA”. Quem me entregou a carta de demissão disse que o Banco não precisava mais de meus trabalhos. Sentindo que não tinha culpa por nada, sai me sentindo injustiçado. Perguntava-me, e “Aqueles que passaram por aquela agência no exterior e cometeram um monte de erros, que herdei na minha curta missão? Onde estão? Hoje são diretores e altos cargos da Instituição BB. Enquanto nós fomos crucificados. 

O Sucesso não tem valor quando às custas dos outros… 

Não posso acreditar que o mal possa se dar bem. O Mestre Okawa ensina que isso é aparente. Na verdade, aqueles que obtêm sucesso não são verdadeiramente bem sucedidos quando causaram a tristeza e infelicidades à outras pessoas. Bem, aqui veio outra lição. Aprendemos que temos que perdoar aqueles nos batem na face. Pois dessa forma receberemos o diploma da vida e passaremos para outra etapa de nossa evolução. Essa foi uma grande lição para mim. Conhecedor da Lei do Carma, sei muito bem que, se devo algo, pagarei. Se não devo, os algozes pagarão. Não precisa ser necessariamente agora, mas a justiça divina não falha. Fico a examinar meus pensamentos e encontro muitas falhas que provavelmente geraram esse destino. A vida nos ensina muitas coisas, mas o principal é dar amor sem nada exigir em troca. Perdoar a todos é um ato de misericórdia.

Queda e Ascensão

Nesse ínterim, a minha vida conjugal estava um turbilhão. Eu estava com a mente intranqüila e acabei por me separar oficialmente de minha ex-esposa. Mas Deus não tinha me abandonado totalmente. Ele me enviou um anjo que muito me ajudou a vencer esses momentos de dificuldade, à qual me juntei no Japão, e acabou por se tornar minha companheira até hoje. Penso que Deus a enviou para me sustentar e me apoiar, quando o meu chão tinha desabado e, na época ainda não era participante da Ciência da Felicidade, e não sabia como resolver tal situação. No dia em que recebi a carta de demissão, no Brasil, voltei para casa, num misto de tristeza e, ao mesmo tempo, com uma sensação estranha de leveza e felicidade. Sentia-me como um pássaro que ficou 28 anos dentro de uma gaiola e de repente foi posto à força para fora. Voei sem compromisso e livre… Mas eu amava aquela gaiola, o BB. Mas aquele lugar não era mais para mim. Naquela tarde, ao voltar para casa, passei pela Catedral de N.S.do Carmo, em frente ao meu apartamento, para orar e pedir iluminação. Voltei para casa e liguei a TV.

Mensagem na Hora H 

Nesse momento exato, na TV estava passando um filme, no qual o personagem apontou o dedo indicador para mim e disse: “God Loves You. Dont forget it”. Foi quando lágrimas rolaram pela minha face, em agradecimento por tudo. Por essa mensagem tranqüilizadora. Nada é por acaso. Meu anjo precisava me avisar disso, antes que fosse tarde, por isso me conduziu para ligar a TV e colocar exatamente naquele canal. Foi nesse momento que decidi voltar ao Japão e encontrar e ficar minha atual companheira, que já havia tido uma linda menina, um anjinho do céu, minha terceira filha. Antes de voltar ao Japão, tratei de distribuir os meus poucos bens para minha ex-esposa, minha filha maior e meu segundo filho. Nada mais me prendia, bens, dinheiro ou objeto algum. Voltei ao Japão, desta vez por própria vontade, sem a pressão do trabalho anterior, me senti mais tranqüilo e livre. Confiante que estava sendo guiado por Deus, na mesma semana que cheguei consegui um ótimo emprego numa empresa híbrida, japonesa e brasileira, focada em comunicação, TV, Jornal, Internet, Editora e Importadora. Nessa empresa o recohecimento veio gradativamente. Passei pelos cargos de Gerente Geral, Diretor Honorário e atualmente sou C.O.O. Diretor.

Descoberta da Mina de Ouro… 

Assim, começando um novo estágio em minha vida, fui morar em Shirokane. O que tem em Shirokane? A duas quadras de minha casa existe uma construção em estilo gótico grego. Linda, fantástica. Perguntei à minha companheira o que era aquilo e ela me disse: “Aí fica um templo da Koufuku no Kagaku!!!!!.O quê? Dei um pulo. Kou, kou, Koufuku no Kagaku? Meu coração pulou estranhamente. Tenho que ir lá. Foi aí que tudo começou. Encontrei o meu caminho novamente. E aqui estou. Há doze meses, estudando diariamente com afinco os livros do Mestre Okawa. Ao contrário do passado, agora domino muito bem a língua japonesa e consigo ler alguns dos livros escritos por Ele. Atualmente, estou participando do Grupo da Regional Shirokane Tokubetu Shibu, um pessoal muito bom e amoroso, aos quais estou muito agradecido pelo amor que me transmitem.
Desde o início, já tive a oportunidade de participar de palestras frente a frente com o próprio Mestre Okawa. É indescritível a sensação de conhecê-lo.
Não me é estranho, claro! Certamente já nos encontramos no passado. Talvez ele não saiba quem eu sou. Mas isso não importa, pois estamos ligados pelos fios de Luz Divina. Basta que eu seja apenas um ponto de luz, como uma estrela no céu, pois junto com as demais estrelas construiremos um céu maravilhoso.
Por isso, decidi montar este site na internet. Sou apenas um site de luz, um ponto que tenta lançar luz na internet, tentando bloquear a escuridão que se propaga nessa Net.
Um sonho se realizou…

A missão me chama….. 

Recentemente, coisas maravilhosas e fantásticas tem acontecido em minha vida. Creio que por vontade do Senhor El Cantare. O seu amor e misericordia preenchem o meu coração e iluminam toda a terra.

Em breve, contarei aqui sobre tais experiências maravilhosas.