O Controle da Natalidade vai contra o desejo de Deus? – Parte 1

O Controle da Natalidade vai contra o desejo de Deus? (Parte 1)

As Verdades Espirituais sobre Gravidez e Aborto.

Em alguns países foram instituídos “Lei de Controle de Natalidade“, tal como aconteceu nas Filipinas. Os legisladores filipinos aprovaram, um projeto de lei que provê recursos governamentais para contraceptivos e educação sexual nas escolas, apesar da forte oposição da Igreja Católica Romana.

Essa legislação ajudará as mulheres mais pobres do país a ter acesso a pílulas anticoncepcionais e outras formas de contraceptivos que geralmente são mantidas fora dos centros de saúde e clínicas comunitárias, pelos governos locais e pelo clero das Igrejas Católicas.

Devido às altas taxas de natalidade nessa nação pobre, na qual 80% da população é católica, a administração de Aquino afirmou repetidamente que a lei é dirigida à pobreza, aos direitos das mulheres, à mortalidade materna e à superpopulação, e não ao controle da natalidade.

Os opositores deste projeto de lei, como os poderosos membros da Conferência dos Bispos Católicos, dizem que a contracepção é semelhante ao aborto.

No entanto, para saber por que a contracepção é permitida, mas o aborto é proibido, devemos entender o lado espiritual dos mecanismos da gravidez e os resultados causados pelos abortos.

Para termos noção de até que ponto nós, como seres humanos, temos a permissão de tomar medidas em relação à contracepção, com o objetivo de travar uma guerra contra a pobreza, gostaríamos de apresentar os ensinamentos transmitidos pelo Mestre Ryuho Okawa sobre como funciona “a gravidez e aborto” a partir da perspectiva espiritual.

Apresentamos a seguir, uma sessão de Perguntas e Respostas com algumas respostas fundamentais sobre este assunto. No entanto, é importante observar que o que segue é apenas uma pequena parte da palestra do Mestre Okawa sobre esse assunto, que constou de uma sessão de perguntas respondidas pelo Mestre Ryuho Okawa. Além disso, gostaríamos de lembrar aos nossos leitores que a Happy Science realmente respeita os mesmos valores familiares propostos pela Igreja Católica.

Questão 1:

Quais são os ensinamentos espirituais da Happy Science sobre gravidez? Além disso, gostaria de saber mais sobre o estado fetal da consciência dentro do útero entre a concepção e o nascimento, e sobre o treinamento pré-natal ideal do feto a partir de uma perspectiva espiritual.

Resposta do Mestre Ryuho Okawa:

A preparação para renascer na Terra

Após três meses um feto ser concebido, já existe uma alma habitando o seu interior.  Na gravidez, um mês equivale ao período de quatro semanas, logo, essa situação se dá no início da nona semana de gravidez.

Antes de a alma reencarnar, ela se prepara para renascer na Terra, no mundo espiritual. Esses preparativos podem diferir dependendo da história do indivíduo e da perspectiva de cada alma, mas a seguir, apresentarei uma visão geral de como funciona esse processo.

Varia um pouco a forma como cada alma se prepara para habitar um feto, renascendo na Terra após ter vivido como um espírito maduro no mundo espiritual. No entanto, existem certas semelhanças.

O primeiro estágio pelo qual todas as almas passam é um processo de orientação conduzido em um determinado local do mundo espiritual, onde todos os candidatos se reúnem com esse propósito.

Lá, eles aprendem o que será necessário para reencarnar na Terra, qual a situação atual na Terra, e com o que eles precisam tomar cuidado quando passarem pelo processo de reencarnação.

Assim como na Terra, atualmente, vídeos de orientação são frequentemente usados para educar as almas.

As almas que buscam a reencarnação na Terra vão para uma sala parecida com um laboratório de línguas, onde assistem a vídeos e ouvem fontes de áudio, dando-lhes todas as informações necessárias sobre como será estarem reencarnados na Terra.

Quando esse programa de estudos é concluído, seus corpos espirituais passam por uma transformação que lhes permite entrar em um feto. Eles assumem a forma de uma pequena cápsula em forma de ovo e entram em um estado de sono profundo, comparável a um período de hibernação. Enquanto estão nessa forma, não têm como se comunicar com outros seres humanos.

Então, no início da 9ª semana de gravidez, eles descem à Terra e entram definitivamente no feto. Em alguns casos, isso acontece um pouco mais tarde, durante a gravidez, mas, em geral, acontece em torno da marca de nove semanas.

A idade mental de um feto é de três a sete anos de idade

A partir do momento que a alma entra no feto, para explicar de forma simples, a sensação é como se a mãe tivesse sido possuída, por cause de uma alma estranha ter invadido seu corpo.

Nesse estágio, a conexão entre a alma e o feto ainda é muito instável, de modo que a alma não fica o tempo todo no feto dentro do corpo da mãe. Por isso, ainda entra e sai do feto várias vezes, sem perder o equilíbrio.

Até o sétimo mês de gravidez, a alma do feto avança e retrocede entre diferentes estágios de desenvolvimento mental que não têm nada a ver com a mente de uma criança.

Até o 4º mês, a alma do feto ainda mantém a mente de um adulto. O estado de desenvolvimento mental do feto ainda é instável neste momento, e oscila entre criança e adulto. Sua idade mental sobe e desce.

Finalmente, essa situação instável vai se estabilizando e, por volta do quinto mês de gravidez, a idade mental do feto atinge um nível constante e continua evoluindo. Essas fases continuam do quinto ao sétimo mês de gravidez.

Por exemplo, se você ler um livro com ilustrações para seu filho durante esse período, a alma do feto começara a reagir a ele. Até certo ponto, será capaz de compreender o conteúdo deste tipo de livro . Essa nova criança também passará a reagir quando você falar com ela.

Nesse estágio, o feto geralmente consegue identificar a música e sabe até de qual música gosta e de qual, não. Se você colocar um rock, por exemplo, ou outra música barulhenta, a maioria dos fetos terá uma reação negativa a ela, enquanto geralmente mostram uma reação positiva à música calma, mas adequada a bebês.

Continua…

(Veja: Um guia para o Coração, nº 60)